Você por aqui, genérico?

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Coincidência leva Flamengo e Genérico Paranaense a um jogo-treino para o confronto na CB. 

É… Bem… Vou falar logo e admitir desde o primeiro parágrafo. Nutro uma postura-sentimento meio megalomaníaca e até certo ponto infantil sobre esse confronto contra o rubro-negro genérico da bullynesca Curitiba de tantas… Belezas naturais, se é que vocês me entendem.

É que o Genérico Paranaense foi o único porém no Ano Mágico de 2019. E um porém que, se posto na balança de um lado, e comparado com tudo que conquistamos do outro, não deveria significar nada. Só que daí pinta o exagero de autogigantismo presumido: “Pô… Foi bonzão… Mas já pensou se a gente realmente tivesse ganho TUDO?

Ah… Zero problema com o fato dos jogadores deles terem comemorado fazendo alusão ao tal cheirinho no gramado do Maracanã. Estavam no direito. Não é falta de respeito. É zoação e toda ela deve ser inclusive estimulada, pra ver se a gente dá uns passos atrás na chatice politicamente correta que impregnou o mundo nos últimos anos, chegando também ao nosso Planeta Bola.

Mas… Mas… Já que os caras evitaram aquele desempenho 10/10, tô mais é pilhadaço de eliminar esses malditos na CB, ainda que seja forçoso admitir que são uns desgraçados com um baita bom gosto pra escolher cor de uniforme.

Bem… A bola pela Copa do Brasil só volta a rolar lá pro fim de outubro. Nesse domingão rola um aperitivo. Poderia até ser mesmo chamado de jogo-treino no mundo Pré-Apocalipse. No Pós, nem tanto, já que nós (incluindo a OMS, mais perdida que o cara que prepara os não-pagamentos-de-salários todo mês no Botafogo) nem temos muito como saber que time irá a campo lá e cá no fim do mês, por conta da chata Covid-19, que ainda não se decidiu em que grau é um treco reinfectável.

Falando nessa peste, um monte de jogador covidizado nas últimas semanas já passa a ter condição de jogo. Flamém. Ausências certas e por motivos não-virais: Gabigol, João Lucas, Pedro Rocha, e provavelmente Diego Alves.

Do lado de lá… Do lado de lá… A torcida do Athletico anda em lua-de-mel com Eduardo Barros, o técnico oficialmente interino. Digo isso porque a bem da verdade todo técnico no Brasil é interino, não importa o que esteja escrito lá nos tais contratos (tem série nova sobre isso na próxima edição da Netflax).

Se pegar o histórico do sujeito contando com a reta final de 2019, quando ele também era o interino (vejam só a regularidade dessa interinice), o aproveitamento é de 68%, marca digna de figurar no G4 da atual edição do Brasileirão, por exemplo. Muitos desfalques por lá. Gente poupada pelo desgaste, jogador em vias de ser negociado, nêgo suspenso… Um caos. Apreciamos.

Quem deve fazer sua estreia é o Renato Kayser. Tentar resolver um probleminha por lá: eles andam precisando de 13 finalizações para marcar um gol… Números também dignos da posição que ocupam na meiúca da tabela, distantes míseros 3 pontos da Zona da Confusão, como diria o Pofexô.

Eles que se virem, nossa cruz é de isopor. Como bem observou algum sábio lá no Twitter, antes da pandemia nós tínhamos dois times e agora nós temos três.

 http://www.flamengo.com.br/noticias/futebol/flamengo-realiza-ultima-atividade-antes-do-confronto-contra-o-athletico-pr-

Há obviamente, dada a fartura, muitas dúvidas sobre os 11 iniciais. Na verdade nem na área técnica se tem certeza de qual dos espanhóis (ou geral é catalão?) estará no comando. O que a gente espera é que a POSTURA e a ATITUDE da equipe sejam as mesmas dos confrontos contra Palmeiras e Del Valle. Nesse caso, aparentemente, é Arrascaeta e mais 10.

http://historia.rrn.net.br/jordi-guerrero-testa-positivo-para-a-covid-19/

Bora vencer.

Isso aqui é Flamengo

mercioquerido@gmail.com
Facebook e Instagram: Mercio Querido
Twitter: @sorinmercio

 

 

 

 

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