Análise: priorizar o Carioca e não a Libertadores é não entender de Flamengo

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Ceni priorizou Carioca e poupou jogadores na Libertadores

O Flamengo se classificou para as oitavas da Libertadores, mas não tem nada a ser comemorado. Rogério Ceni arriscou, numa escalação diferente com três zagueiros, mas que não deu para ser avaliada com a expulsão de Arão. 

O time balançou em ter que brigar pela classificação apenas no jogo contra o Vélez, porque deixou o LDU virar o jogo; e a equipe equatoriana em nenhum momento atacou de fato o Flamengo mesmo com um jogador a mais. 

Aparentemente, Ceni poupou titulares por conta da decisão do Campeonato Carioca contra o Fluminense. 

Se a desculpa foi que a escolha é da diretoria, qual seria a sua prioridade: não perder do Fluminense ou classificar para o mata-mata da Libertadores?

Não é absurdo nenhum pensar num time misto, se o Rubro-Negro estivesse classificado. Mas qual a explicação para priorizar um Carioca que não chega a ser um campeonato difícil?

Libertadores - Redação Rubro-Negra
Foto: Alexandre Vidal/Flamengo

O time teve uma sequência de vitórias nas primeiras rodadas da Libertadores, no entanto, isso não pode ofuscar o alerta dos nove gols que sofreu na competição; sendo seis de bola na aérea. O grande calcanhar de Aquiles Rubro-Negro

A verdade é que o Flamengo passa de fase da Libertadores, apesar do técnico, apesar da diretoria. 

Empatou com o Unión La Calera no Chile e agora empata em casa com a LDU. Duas partidas com péssimas atuações. 

Leia também: Flamengo empata em 2 a 2 na raça contra LDU com um jogador a menos

O Mais Querido tem um ataque letal, e que muitas vezes também acaba perdendo muitos gols. Mas com jogadores que decidem partidas de peso. E, se por um lado Rogério Ceni é ousado, por outro é amedrontado para arrumar a defesa.

Libertadores - Redação Rubro-Negra
Alexandre Vidal / Flamengo

A defesa toma os mesmos tipos de gols, os mesmos tipos de erros. Com falhas individuais ou não, com menos um jogador ou não, o Flamengo acaba sendo punido com a bola por conta de sua desorganização defensiva em campo. 

Não adianta focar em erro de jogador x ou y, pois a cada partida se percebe como a estrutura montada por Ceni é o grande problema. 

O comandante Rubro-Negro se desespera tentando encontrar a melhor forma de arrumar a defesa, mas a verdade é que ele ainda está perdido. 

E chegar ao mata-mata da Libertadores não admite um técnico perdido. 

Foto de Capa: André Durão

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