Precisamos falar sobre Diego Ribas

Diego
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Novela com final feliz: Diego é do Mengão!

No dia 19 de julho de 2016, depois de uma longa novela, o Flamengo anunciava a contratação de Diego Ribas. O meia conseguiu a rescisão contratual com o Fenerbahce, da Turquia, e ficou livre para voltar ao Brasil depois de 12 anos rumo ao Mais Querido. Mas, já se passaram 3 anos de sua contratação e ele ainda não correspondeu com títulos.

O ex-camisa 10 do Santos veio como a segunda grande contratação da era de grandes investimentos do Flamengo que, começou com Paolo Guerrero, e logo depois, teve Everton Ribeiro, Vitinho, Diego Alves, entre outros. O garoto da Baixada Santista, desde quando chegou, assumiu o papel de protagonista que se esperava dele, tanto dentro, quanto fora de campo.

Foto : Alexandre Vidal/ Flamengo

Ínicio arrasador

Mesmo chegando no meio da temporada de 2016, foi um dos destaques do time no Brasileirão daquele ano, sendo o principal jogador naquele segundo semestre, ajudando o Flamengo a brigar pelo titulo, que, infelizmente, não veio. Mas, o então camisa 35, mesmo jogando metade do campeonato, foi eleito o melhor meia direita do Brasileirão.

O ano de 2017 chegou, e, com ele, a esperança das grandes atuações voltarem e serem convertidas em títulos. Diego vinha fazendo um ótimo ano mais uma vez, até que, em 12 de abril, no jogo contra o Athlético, pela Libertadores, no Maracanã, o meia sofreu uma entorse no joelho direito que o deixou afastado dos gramados por volta de um mês e meio.

Foto : Gilvan de Souza

A primeira fase ruim de Diego

O camisa 35 não voltou no mesmo ritmo que estava antes da lesão. Teve muitos jogos ruins, abaixo da crítica, e, apesar de ter vivido seu maior jogo daquele ano (gol na semifinal da Copa do Brasil contra o Botafogo), viveu dois momentos ruins: o pênalti perdido no confronto direto contra o Palmeiras, pelo Brasileirão (o jogo terminou 2×2) e outro pênalti perdido na final da Copa do Brasil, contra o Cruzeiro.

2018 foi o ano em que Diego se tornou “mais um”. Apesar de continuar sendo um líder do elenco, a paciência da torcida com o meia chegou ao limite, com diversas reclamações sobre a “ausência” do agora camisa 10 em jogos decisivos. Cobra-se muito o protagonismo do craque dentro de campo, com gols, assistências e bons jogos. E o ano de 2018 terminou com a novela da renovação de contrato, que acabou positiva para o ex-menino da vila, que renovou até dezembro de 2020.

Foto : Alexandre Vidal / Flamengo

Acabou o amor ?

E, no jogo contra o Athlético, pela Copa do Brasil, na semana passada, aconteceu o lance que, para muitos, foi a gota que transbordou o copo da paciência e da boa vontade com o meia-direita. Um pênalti perdido, cobrado de forma displicente, com uma fácil defesa do goleiro Santos, foi para muitos, até um desrespeito com a torcida e com a camisa do Flamengo.

Longe de mim querer culpar o nosso camisa 10 pela falta de títulos nos últimos anos, mas já passou da hora de questionarmos e nos perguntarmos se deu certo ou não até agora. Apenas 2 títulos cariocas (um com ele estando lesionado) é muito pouco para o que se esperava. O sumiço de Diego Ribas em jogos decisivos, aliado a pênaltis perdidos em momentos importantes, desgastaram a relação do meia com a torcida rubro-negra.

Foto : Gilvan de Souza

Não se pode negar que não falta comprometimento, dedicação (mesmo nos momentos em que é reserva) ao nosso capitão. Porém, isso é o bastante? Sou contra qualquer tipo de agressão, intimidação ou ameaça a QUALQUER jogador que seja, mas cobrança tem que ter sempre, e esse é o ônus de jogar num gigante como o Flamengo.

E vocês o que acham? Diego é vilão? Acham exagero essa cobrança em cima dele? Comentem por aqui e nas redes sociais e vamos debater juntos.

Abraços

Gabriel Fareli (@gfareli)

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