Pane no Sistema.

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Eita… Eita… Eeeeeeiiiiitaaaaa que hoje era o dia certinho de gritar o tal do “Segue o Líder”. E olha que no início da rodada ainda sequei disfarçadamente no Prezão, mas não botava muita fé em um tropeço do Internacional em Porto Alegre contra o Coxa. Daí rolou… E daí nosso Sistema (não) Defensivo jogou um balde de água fria nas nossas intenções ainda aos 7 do primeiro tempo.

Assim… Eu num intendu nada diçu não çeu mosso, mas vou dizer um treco nesse parágrafo e desdizer no seguinte: EU NÃO FALEI QUE A PORRA DA DUPLA DE ZAGA TINHA QUE SER THULER E NATAN?

Pronto, já disse. Agora é hora de desdizer. Acho que mesmo se fosse a dupla sugerida aí acima, talvez a liderança não tivesse vingado não. Poderia ter sido menos grave, mas daí já é um exercício de adivinhação inútil.

Tirando eu que sou um demente e sigo apostando em 2 x 0 pra nós em um bolão em todo jogo, a ideia comum, o pensamento base facilmente verificável nas redes sociais tem sido a de que: “um gol pelo menos a gente vai levar”. Quem nos dera fosse só um.

O Gustavo Henrique é/tá ruim? Muita coisa. Tá atravessando um momento na vida daqueles que o pão sempre cai com a manteiga pro lado do chão. Apesar de que tá mais é com cara de que ele anda lambuzando o pão dos dois lados e aí nunca tem erro. Ou no caso seria melhor dizer sempre tem, né?

Ainda assim, a liberdade com que o Atlético desfilou antes dos 10 minutos por todo o campo, com a ausência completa de um sistema defensivo que fosse digno de receber esse nome, impressionou. Entramos operando geral no Modo Vitinho e, quando a gente acordou, a tarefa já tava árdua demais pra correr atrás do prejuízo.

E o Flamengo até nem jogou mal do meio pra frente na primeira etapa. Não tava aquela Brastemp toda, mas pelo menos seguimos pressionando e esboçando uma reação, mais posse de bola e blábláblá. Mas ficou só no esboço, com poucas finalizações. O Atlético ficou confortável pra armar um SISTEMA DEFENSIVO seguro e tranquilo com a vantagem no placar… E o nosso ataque ficou desconfortável, com uma tonelada de peso nas costas, pra tentar tirar a diferença.

Depois do terceiro deles, daí a vaca realmente já tinha afundado no brejo até os chifres e o quarto era mesmo uma questão de tempo. Veio o caminhão de substituições, mas só pra constar.

Diz aí, Sorin, é #ForaDome ? Não concordo. Vai ver eu sou “europeu” demais nesse quesito e acho mesmo que ficar trocando técnico de três em três meses não é a solução. Falando em três… É esse o número de meses restantes para o fim da temporada 20/21. Zera tudo? Começa um trabalho na reta final e sem tempo pra treinar? Não vejo como solução.

É torcer pro Domènec, e só ele pode fazer isso, parar e pensar: “Eu tenho um ataque poderoso, um meio campo bem eficiente, e a zaga tá uma peneira só. Como eu posso de alguma forma resguardar a casinha? Nem que eu tenha que MANDAR o Pedro e o Bruno Henrique ajudarem com isso ou qualquer outra medida mais drástica.”

Aquilo que a gente fazia vocês-sabem-quando, daquela pressão insana na saída de bola adversária? Cês lembram? Esquece. Não vai dar pra reativar nessa temporada. Qual a saída eu não sei, já que sou reconhecidamente um ignorante tático, mas que há alguma para melhorar, certamente há. Até mesmo porque piorar nosso sistema defensivo parece impossível.

Enfim…

Bora virar a chave para o jogo contra o São Paulo pela Copa do Brasil. Em três dias, com um de recuperação e um de folga. Ou seja… Sem treinar. Orem vocês que eu sou ateu.

Bora classificar.

Isso aqui é Flamengo.

 

mercioquerido@gmail.com
Facebook e Instagram: Mercio Querido
Twitter: @sorinmercio

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