O imponente e revolucionário

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A América é rubro-negra novamente!

Que orgulho de você, Flamengo! Imponente, revolucionário e batalhador. Você fez tudo se tornar real em meio as dúvidas do nosso arcaico futebol nacional. Mais uma vez, você se consagra como o maior time do Brasil, e claro, do mundo. Você é a prova concreta de que nada abala um elenco que sonha, tem raça e luta constantemente para atingir seus objetivos.

Porém, passamos por tantas coisas juntos, uma vez que no início deste ano perdemos dez estrelas. Em um súbito pensamento, imaginei que não iríamos resistir, que ingenuidade da minha parte. Pelos meninos, nos fortalecemos e transformamos vitória em objetivo de vida ou morte, fizemos de toda tristeza uma inspiração a fim de doar todo sangue aos nossos Garotos do Ninho.

Portanto, não tinha como combinarmos um elenco feroz as táticas introduzidas por um técnico sem motivação em solos rubro-negros. E foi assim, dessa maneira que encontramos um complemento para nossa força. Encontramos Jorge Jesus.

O início da história

Tudo mudou. Como um imponente iria mudar com um comandante estrangeiro? Esse é o  nosso velho hábito de desconfiança para o que é exterior, pensamento que gradativamente nos afunda. Por exemplo, a Seleção Brasileira precisa de uma reestruturação, mas a Confederação Brasileira de Futebol não assume riscos quando o assunto é uma possível contratação de mentes brilhantes não nacionais. Afinal, não é isso que dizem?

Entretanto, me encantei com a primeira entrevista do Mister aos colegas de imprensa. “Vencer, vencer, vencer”, disse nosso saudoso e humilde técnico. Para completar, presenciar ele correndo ao lado dos jogadores no CT do Ninho do Urubu em seu primeiro treinamento, encheu meu coração de alegria e esperança. Jesus chegou porque ele quis, e vai ficar pelo mesmo motivo.

E assim, o imponente rubro-negro começou a se consolidar. Entrosamento, agressividade, rapidez, características que recuperamos pelas táticas do Mister. O individual surgiu de forma singular, porém amistosa entre os demais jogadores do elenco, Arão que o diga.

Novos ídolos 

Para completar, novos jogadores complementaram nossa esperança. Filipe Luís, Rafinha, por que jogadores tão expressivos optaram pelo Mais Querido? É sucinto afirmar que o Flamengo oferece aos atletas sentimentos que em nenhum outro lugar eles iriam encontrar. E essa convicção se chama amor ao time.

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O time de novos ídolos, juntos nos tornamos mais fortes. Foto: Alexandre Vidal/Flamengo

Portanto, que sorte a nossa. Fizemos revolução, tornamos o inconcebível uma realidade que dependia apenas de dois fatores: torcida e elenco. Sim, jogamos juntos e a mudança aconteceu.

Aos palpites dos adversários, nos veio a força e humildade para fazer diferente em campo. Como sempre diz nosso inédito ídolo Gabigol, “calma, calma”, e assim conquistamos a América, e e em menos de 24 horas, o Brasil. Nosso cheirinho de todo ano fez com que a formação de um grande elenco se concretizasse a partir de uma reestruturação financeira.

Sim, há anos estamos sendo preparados para o que estamos vivendo agora. E foi por meio desses relevantes fatores que hoje temos um time de ídolos. Eu nunca imaginei que chegaria ao final de 2019 ao lado de jogadores galáticos, atletas que mereciam mais do nunca sentir o gosto do que é ser o maior da América.

O legado do imponente 

Nossa revolução deixa um legado. O imponente ensinou e ensina aos adversários que soberba não leva a lugar algum. Por exemplo, o River Plate, apesar de ser um time grandioso, afirmou a todo instante não estar nervoso para a final. Isso porque já estavam “acostumados” com esse tipo de decisão. O resultado das alegações está nitidamente expresso nas reações do técnico Marcelo Gallardo ao fim da partida de ontem.

O imponente mostrou que ser um time grande não se baseia em discursos públicos direcionados a provocações e ameças. Para o imponente Flamengo, todo duelo é de extrema importância e faz com que todo atleta aprenda a cada minuto de jogo o que é lutar e vencer.

Flamengo, Mais Querido, mais amado, o maior do mundo. Todo grito de campeão é mérito de um time que não desistiu. Em outras palavras, o gigante acordou, prova disso foi a multidão que recebeu nossos jogadores no centro do Rio de Janeiro esta tarde.

Nos tornamos realidade em meio a um sonho de uma Nação. Imponente e revolucionário, nossos cânticos fizeram durante toda essa temporada um motivo extra para conquistarmos a América. Agora nos resta de forma cautelosa e humilde irmos em busca da conquista mundial.

Portanto, não sei vocês, nossos fiéis leitores da Redação Rubro Negra, mas eu particularmente não consigo administrar minhas emoções. Como se comemora dois títulos? Isso só o Flamengo pode nos ensinar.

Continuaremos juntos. Rumo ao Catar, rumo ao grito de bicampeão mundial.

Por Fernanda Fernandes

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