O Flamengo perdeu dentro e fora de campo

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O Flamengo x Fluminense de ontem (8), que marcava a final da Taça Rio e consagrou o time tricolor, estava rodeado de polêmicas e expectativas. Porém, não para saber o campeão do torneio, mas por tudo que rodeava os bastidores.

Disputa por direitos de transmissão elevaram os ânimos entre os clubes, federação e torcedores na internet. Somando-se também o fato do Flamengo ter sido líder na briga pelo retorno do campeonato carioca, algo que o Fluminense desde o principio se demonstrou contra.

Calma, torcedor

Nas redes sociais, o que se via era um show de arrogância e insistência de alguns na defesa de dirigentes do Flamengo. Os mesmos cartolas que vem dando péssimo exemplo de falta de humanidade e humildade.

Pois bem, uma festa antecipada estava sendo realizada. Com previsão de goleada e mais um show da equipe comandada por Jorge Jesus.

Olha, até podemos dizer que é natural a confiança de uma torcida do atual clube campeão Brasileiro e da Libertadores, mas qual a linha entre confiança e menosprezo?

Lembremos de um velho clichê “futebol é jogado”, não existe partida ganha até o apito final do arbitro.

Levantou-se a ideia do Fluminense não entrar em campo devido à ação do TJD para o Flamengo também transmitir a partida. Um desrespeito ao direito do mandante trazido pela MP que o próprio Flamengo lutou.

O que aconteceu? Diversos rubro-negros fizeram piada, alegando ser apenas uma atitude medrosa e mais uma vez dando um show de infantilidade. Ainda houve mutirão de deslikes na FluTV.

Flamengo sonolento

Em campo vimos um Flamengo sonolento. A meu ver, uma representação do salto alto usado pela torcida. Era como se o time rubro-negro achasse que fosse ganhar quando quisesse.

A “galática” equipe da gávea estava preguiçosa, como se todos estivessem cheios após comer um grande prato de feijoada. Sem dúvida uma das piores atuações do clube no comando do mister.

Assim, logo a soberba e o menosprezo deram lugar a raiva e a corneta. Nomes como o do zagueiro Léo Pereira foram duramente criticados, e até uma suposta passividade de Jorge Jesus levantada.

Dono da bola

É preciso abandonar a síndrome de “dono da bola”. Ou seja, respeitar o jogo e o adversário, entender que as coisas nem sempre vão acontecer quando e como você quer. Hoje, o maior adversário do Flamengo é o próprio Flamengo.

A autocrítica é necessária para entendermos onde estamos errando e assim buscar um desenvolvimento. Logo, dirigentes e torcedores precisam reavaliar seus comportamentos diante de tudo que vem acontecendo e buscar reflexão.

Restam duas partidas para o fim do melancólico cariocão 2020, não tem nada ganho. Mas o que fica de lição é que na noite de ontem o Flamengo perdeu dentro e fora de campo.

 

 

 

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