A Hora dos playoffs!

A Hora do Playoff
Share on facebook
Facebook
Share on twitter
Twitter
Share on whatsapp
WhatsApp
A Hora. Depois de uma temporada regular longa e desgastante, chegou a hora de separar os homens dos meninos. É a grande hora dos playoffs no NBB!
O Novo Basquete Brasil chega em sua hora derradeira. A hora em que os grandes jogadores gostam de aparecer.
No NBB, nosso FlaBasquete tem um histórico acima da média no quesito mata mata.
Como já falado aqui por este colunista, nas outras 10 edições o clube chegou em 6 finais. No nosso currículo ainda tem grifado 3 semifinais e apenas 1 vez caímos na fase de quartas.

Histórico em playoffs

Logo na primeira edição, o FlaBasquete fez uma competição quase que perfeita. Na temporada regular em 28 jogos, vencemos 26. Na fase de mata mata, varremos Pinheiros e Joinville só encontrando resistência na grande final onde em 3 jogos a 2 passamos pelo Brasília.
Na segunda temporada chegávamos aos playoffs com 20 Vitórias em 26 jogos. 2° colocação no geral ficando atrás do Brasília, que se consagraria campeão daquela temporada.
Nas quartas de final passamos pelo São José por 3 jogos a 0. Já nas semi em um confronto histórico enfrentamos Franca, e passamos por 3 jogos a 1, sendo que no último jogo, venceríamos com uma cesta espetacular no ultimo segundo do cara que seria MVP daquele ano. Marcelinho Machado.
Nas finais perderíamos por 3×2 para o Brasília.
No NBB 3, chegamos aos playoffs com 20 Vitórias em 28 jogos. Nas quartas o Bauru foi derrotado por 3 x 1, já nas semifinais levamos o troco de Franca perdendo por 3×0. Brasilia seria bi campeão naquela temporada.
NBB 4, 21 vitórias em 28 jogos foi o saldo do FlaBasquete na temporada regular. Nos playoffs passamos por Uberlândia 3×2, e caímos para o São José pelo mesmo placar. Nas finais o Brasilia mais uma vez se sagraria campeão. O terceiro título consecutivo dos lobos.

Reformulação, e hegemonia.

Na 5° temporada, a diretoria rubro negra abriu os cofres, e com uma grande reformulação na equipe trouxe o ala Marquinhos, os alas armadores Kojo e Gegê, O armador Benite, o ala pivô Olivinha e o pivô Shilton. Mercelinho continuava sendo o grande nome do time, Caio e Duda completavam o elenco que seria comandado pelo recém contratado José Neto.
Na fase de classificação apenas 4 derrotas em 34 jogos. Nas quartas um 3 x 0 em cima do Paulistano, já nas semifinais um playoff encardido com o São José onde só nos classificamos para final no 5° jogo. Na grande final em jogo único com vitória em cima do Uberlândia, viria nosso 2° NBB.
O NBB 6 seria bem equilibrado. A equipe comandada por José Neto, contaria com a chegada do armador argentino Nico Laprovittola e do Pivô norte americano Jerome Meiynsse. Na fase regular foram 26 vitórias em 32 jogos. Nas quartas 3 x 1 em Bauru e 3 x 1 em Mogi nas semifinais! Fecharíamos o mini campeonato paulista, batendo o Paulistano em partida única.
Na sétima temporada o Bauru viria com grande investimento, e grande favoritismo pra levar a taça. O FlaBasquete terminava a fase regular em 3° lugar com 23 vitórias e 7 derrotas.
Em mais um embate em playoffs com o São José passamos por 3 jogos a 2. Na fase seguinte uma varrida acachapante para cima do Limeira, nos credenciava a final contra o grande time de Bauru. Porém a final foi surpreendente, e em uma melhor de 3 o Flamengo bateu 2 jogos e fechou a série dessa forma contra o até então bicho papão do campeonato
O NBB 8 nos traria o 5° título. Foram 23 vitórias e 5 derrotas. Já nos playoffs um 3 x 0 no Rio Claro. E um eletrizante 3 x 2 em Mogi das Cruzes. A grande final voltava a ser disputada em melhor de 5 jogos! Saímos vitoriosos mais uma vez em cima de Bauru por 3×2.

Temporadas Amargas

Acostumado ao topo as duas temporadas seguintes vieram como aprendizado ao basquete Rubro Negro. Mesmo terminando a 1° fase do Nbb 8 em primeiro lugar com 21 vitórias em 28 jogos, a equipe sofreria um revés amargo nas quartas de finais daquele ano. Depois de abrir 2 a 0 contra equipe do Pinheiros, o time não segurou o ritmo e permitiu a virada, caindo então pela primeira vez na história do campeonato nas quartas de final. O Bauru ficaria com o titulo da temporada.
Já no NBB 10, o FlaBasquete também terminou em primeiro na temporada regular. Em aproveitamento, foi um dos melhores da fase regular já jogada pelo Rubro Negro. Apenas 3 derrotas em 28 jogos. A equipe que já contava com o pivo Anderson Varejão, passaria pelo Minas nas quartas por 3×0, mas seria dominada pelo Mogi na fase seguinte, e na despedida do histórico Marcelinho, levaria um 3×1. O título seria conquistado pelo Paulistano.
A Hora da Temporada atual. FlaBasquete em evolução.
Na atual temporada, o time chegou com mudanças. O treinador Gustavo de Conti, desembarcou na Gávea com status de campeão. Na bagagem trouxe com ele mais 3 campeões com o Paulistano. O bahamense David Nesbitt, Jhonatan Luz e Deryc Ramos. Ainda se juntariam ao time Davi Rossetto vindo do Basquete Cearense, Kevin Crescenzi vindo da Liga Sorocaba, o retorno de Rafael Mineiro que estava no Franca, e ainda a grata surpresa, o argentino Franco Balbi, o armador genial vindo do Cerro Carril Oeste, equipe do seu país. Os Dinossauros campeões de tudo com o FlaBasquete, Marquinhos e Olivinha permaneceram no clube, assim como o astro Anderson Varejão.
Na fase de classificação foram 22 vitórias em 26 jogos. Terminamos na 2° colocação ficando atrás do Franca. Como nos outros anos, folgamos nas oitavas de final, e ontem começamos a galgar as quartas contra um rival histórico. Jogando no ginásio Wlamir Marques, casa do adversário, vencemos o Corinthians na 1° partida, por 92 x 73. O 2° jogo já acontece nessa próxima quarta feira as 20:00 no ginásio do Tijuca.
A Hora! História em números
Fase de classificação:
316 jogos. 257 vitórias. 59 derrotas. 81,33% de aproveitamento
Playoffs. Já com a partida de ontem:
94 jogos. 63 vitórias. 36 derrotas. 67,02% de aproveitamento
Total:
410 jogos. 320 vitórias. 95 derrotas. 78,04% de aproveitamento.
É hora da torcida de fato mostrar quem é o “Orgulho da Nação“. Lotar o ginásio do Tijuca, e apoiar nossos guerreiros durante todo jogo. Durante a temporada, a arquibancada esteve bem aquém do que esse grupo merece. Chegou a grande hora (ou melhor, já passou da hora) de mostrarmos de fato que seja na terra, seja no mar, apoiamos incondicionalmente quem defende nosso escudo com tanta garra e respeito!

Está Gostando do Conteúdo ? Compartilhe

Share on facebook
Facebook
Share on twitter
Twitter
Share on whatsapp
WhatsApp

Leitura Recomendada

Bem vindo a História do Redação