Flamengo Flamengo… Com ressalvas.

Share on facebook
Facebook
Share on twitter
Twitter
Share on whatsapp
WhatsApp

Praticidade é outra história, né? Uma questão de organização. A bola rolou no presídi… Ops… No estádio de corredores claustrofóbicos na Argentina e a galera logo combinou: “Pô… A gente não vai levar gol mesmo? Bora fazer isso logo no início e se livrar dessa parte chata. Porque se fizer diferente é mó aporrinhação. A gente inventa de sofrer a bagaça só no fim, e nem tem como saber se o povo lá na frente vai perder o mesmo caminhão de gols que perdeu no jogo contra o Coxa”. Combinado & Feito. Flamengo fez logo a parte mais difícil e saiu atrás no placar.

Como era só uma questão organizacional, meio segundo depois mandamos logo um “se empolga não heeeeeiinnnn???!!” na cara dos hermanos. Bruno Henrique ligou o motor versão 1.9, deu um passe pra lá de nojento e deixou “ele, ele, ele, sempre ele” em plenas condições de levantar a plaquinha.

Apesar dos scouts apontarem um número superior de finalizações dos caras, o domínio do Nosso Flamengo foi maior. Molezinho na cozinha é o prato carro-chefe da casa e rolaram mais alguns. Lá na frente um pouco de “chuto agora ou só semana que vem?”. Em momento de “chuto agora” o BH acertou a trave. Aquele treco que falei no Prezão sobre os porras dos Deuses do Futebol, que volta e meia atuam no Modo Sarcasmo & Ataque Cardíaco pra cima de nós, meros mortais.

Tanto que já aprontaram antes mesmo da pelota rolar. O chileno se lesionou no aquecimento, fazendo com que todos nós ficássemos o jogo inteiro olhando a bola aberta na direita, suspirando e pensando: “Ah, se fosse o Isla… ”

Boa primeira etapa. Deixou com cara mesmo de que o Flamengo tinha plenas condições de zerar o tabu de quase duas décadas sem vencer os argentinos jogando lá.

Aquela dúvida no intervalo. Vem melhor? Vem pior? Vem?

Equilíbrio. Os donos da casa caíram pra dentro e por alguns instantes iniciais parecia que a maionese ia desandar. Mas foi só impressão. Logo, logo o Flamengo deu uma equilibrada e foi aquilo: chances perdidas pra lá, chances perdidas pra cá.

É… Assim… Sem querer ser chato e repetitivo e já sendo… A zaga, o sistema defensivo, a cozinha, ou seja lá como a gente quiser chamar segue dando susto. Duas questões: Teremos Rodrigo Caio na volta? Uma semana dá tempo de ajeitar isso? Tá tenso. E de repente teremos que ir de Léo Pereira e Gustavo Henrique. Tá tenso – parte 2.

Voltando ao jogo… Gols anulados no VAR pra lá e pra cá, o Lisandro fazendo cosplay de Lincoln, e nosso gol com cancelamento foi claramente um “impedimento” técnico. Ao ver o Vitinho fazer uma boa jogada e ainda dar um passe bom pro Arrascaeta… Não havia mesmo como permitir a manutenção de tal ação incompatível com o histórico estético do futebol recente.

O final foi aquele desespero. Jogando com um a menos e tendo que segurar a pressão dos caras. Mas seguramos. Flamém.

Quer saber do que mais? Empate fora de casa com gol marcado. Tá é bom. Dois gols do Nosso Flamengo antes do intervalo no jogo da volta pra firmar. Afinal de contas… Como dito lá em riba, um golzinho a gente deve sofrer em algum momento. Com vontade o time tá.

Mas que a zaga assusta… Lá isso assusta. E tanto que já tá até fazendo medo por aviso prévio. O Thuler é expulso no campo e o Natan dá um jeito de ser expulso do banco (???!!!), que é pra gente já ficar com a cabeça lá na próxima terça. Em sendo assim… Tem MESMO que insistir em tanto toquezinho na nossa área na hora de sair com a bola? Tem que ver isso. Melhor manter a pelota o mais longe possível da nossa Zona da Confusão Particular. Nem que seja no chutão pra onde o nariz apontar.

Bora classificar.

Isso aqui é Muito Flamengo.

mercioquerido@gmail.com
Facebook e Instagram: Mercio Querido
Twitter: @sorinmercio

 

Está Gostando do Conteúdo ? Compartilhe

Share on facebook
Facebook
Share on twitter
Twitter
Share on whatsapp
WhatsApp

Leitura Recomendada

Bem vindo a História do Redação