Clubes buscam “soluções” para os jogos devido ao agravamento do COVID-19

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Com o veto de Volta Redonda de levar os jogos que estavam previsto para o final de semana, os times optaram por disputar as partidas em Bacaxá, no estádio Elcyr Resende, onde o Flamengo empatou no sábado (27) contra o Boavista por 1×1 pelo campeonato carioca. Outros times também jogaram no distrito de Saquarema, O Fluminense perdeu para o Volta Redonda na sexta (26), o Botafogo ganhou do Nova Iguaçu neste domingo (28), também pelo carioca, e o Corinthians também jogou em Bacaxá na sexta-feira, ganhando nos pênaltis do Retrô (PE) e se classificou para a próxima fase da Copa do Brasil.

Depois da cidade do Rio de janeiro declarar Lockdown, e São Paulo com decreto proibindo atividades esportivas até o dia 30 de março, os times procuraram outra “solução”, além de seus estádios habituais, para não adiar as partidas do fim de semana. Inicialmente os jogos seriam no estádio Raulino de Oliveira, em Volta Redonda, onde recebeu o Corinthians na terça-feira (23) e o Palmeiras na quarta-feira (24) pelo campeonato paulista, porém a CBF tentou levar os jogos da Copa do Brasil para o sul do estado, e a prefeitura não bateu o martelo optando por não sediar a competição. 

Devido a esse imbróglio da Copa do Brasil, os times disputaram suas partidas do fim de semana em Saquarema, jogadores Flamengo reclamaram do estado do gramado do campo, segundo Gabigol, a equipe Rubro Negra tomou um susto quando foram aquecer no gramado, isso por conta do excesso de jogos e por não ser um estádio que recebe competições grandes e com frequência. Gabriel Barbosa teve a sua estréia na temporada e no carioca antecipada dos demais atletas do time titular, isso porque o atacante pediu para ser relacionado e estava ansioso para começar sua temporada em 2021. Após as partidas, a prefeitura de Saquarema também decretou a proibição de jogos de futebol entre os dias 29 de março e 4 de abril. 

Por conta do agravamento do corona vírus, as cidades estão voltando a entrar em lockdown e ter decretos para conter um maior avanço do vírus, o Brasil está em estado grave, passando as 300 mil mortes por COVID-19  e pode ser um risco para o mundo todo. Em tempos de alerta vermelho, onde tudo está parando de novo, como foi no início da pandemia, as federações de futebol procuram uma saída para acontecer as partidas, e não ter que estender e prejudicar o calendário de jogos, como foi em 2020, onde as competições só acabaram no início de 2021.

Até aonde é seguro para os jogadores, comissão técnica e funcionários que são expostos ao vírus, e mantém suas rotinas como se tudo tivesse normal? Essa é uma questão levantada por muitos nos dias de hoje, que discordam e criticam a continuação das competições no estado grave em que a gente se encontra. As federações e os times pouco pensam e se importam devidamente com o assunto, com a crise econômica gerada pela pandemia, os clubes não pretendem parar de novo e esperar uma melhora, sem o faturamento com torcida nos estádios, cancelamento de planos do sócio-torcedor, poucas são as fontes de renda de alguns clubes e até os grandes estão sendo prejudicados, mas deve que existir a sensibilidade de todas as partes e reconhecer que o estado que estamos hoje é o mais preocupante e perigoso, mesmo com a chegada de algumas vacinas.

Com uma das maiores quantidades de casos e avanço do corona vírus, Volta Redonda redonda continuará recebendo alguns jogos, inclusive o clássico entre Fluminense e Vasco no dia 30/03, o Flamengo também pretende levar a partida contra o Bangú no dia 31/03 para a cidade do aço, que chegou ao número de 536 mortes e 21.940 casos confirmados.

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